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Miss Anger - Bijutaria Artesanal

Diagnosticada com lúpus aos 8 anos de idade, a doença levou Paula, como ela própria diz, “a reformar-se aos 21 anos de idade.” Porém, nunca se conformou e nunca gostou de “não fazer nada” e, como sempre adorou escrever e fazer manualidades, deitou literalmente as mãos à obra, começando por fazer várias peças com bordados, “fada-do-lar” e ponto cruz. Pouco antes de iniciar o Miss Anger - Bijutaria Artesanal, fazia outro tipo de artesanato: pintava caixinhas de madeira, quadros, peças em gesso, etc. Até que um dia descobriu uma revista muito interessante que ensinava a fazer bijutaria. Com a curiosidade aguçada, Paula começou a fazer pequenas experiências e depressa se apaixonou pelo maravilhoso mundo da bijutaria. Confessa que aprendeu muito em fóruns e em sites com outras meninas, que também faziam bijutaria, e a partir daí nunca mais parou. Como se costuma dizer: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se.”

Descreve a bijutaria Miss Anger como sendo excêntrica, original e com um toque de fantasia. Mais do que um passatempo ou uma profissão, criar bijutaria é, para Paula, uma verdadeira terapia: “O facto de estar sempre a criar e a imaginar o que poderei fazer com determinadas peças é muito estimulante. As cores, o brilho, as formas, tudo me encanta! É algo que adoro mesmo fazer. Quando entro no meu “mundo encantado” tudo o que é mau desaparece e fico só eu e a magia de criar.”

Com tanta concorrência nos dias que correm, Paula confessa que é muito difícil a criação de bijutaria gerar uma fonte de rendimento significativa. Porém, mesmo assim, há que destacar-se das suas concorrentes e procura fazê-lo através da originalidade e até da excentricidade de algumas peças, mas também através das peças únicas feitas a pedido. O carinho com que tudo é feito e pensado e os pormenores, tais como os embrulhos ou pequenos mimos para as clientes, nunca são descurados.

Paula inspira-se sobretudo na natureza e afirma que, apesar de todas as suas peças terem um significado, quando cria não tem nenhum público-alvo em mente. A única exceção foi uma coleção que elaborou para ajudar a divulgar o lúpus: “são peças pensadas para que as pessoas que as usam consigam chamar a atenção dos outros, e que os levem a perguntar o significado do lacinho lilás.”

Às suas criações mágicas, dedica o tempo que for necessário e isso depende muito do tipo de peça e do trabalho envolvido. Trabalhos mais elaborados, como gargantilhas e peças com cristais, demoram cerca de 3 ou 4 horas, pois tudo tem que ficar perfeito e, se há um engano, Paula começa do início!

Pessoalmente, adora colares e anéis e acredita que uma peça de bijutaria, por mais simples que seja, ajuda sempre a dar um toque especial ao look feminino, mas sem exageros obviamente! Paula acredita que as pérolas são a bijutaria mais intemporal possível, uma vez que nunca estão fora de moda.

Para quem só agora se está a iniciar na arte da bijutaria e procura conselhos por parte de quem tem experiência nesta área, Paula deixa as seguintes palavras: “É preciso ter paciência, amor e dedicação. Só assim conseguem fazer um bom trabalho. E que acima de tudo sejam originais e não copiem o trabalho alheio. Criem a vossa ‘assinatura’.”

A Bijutaria Artesanal Miss Anger pode ser adquirida online na página de Facebook: http://www.facebook.com/missanger.bijutariaartesanal e, segundo Paula, o futuro quer-se risonho: “Crescer sempre, devagarinho como até agora e por mérito próprio. Um dia a Miss Anger vai conquistar o mundo!”.

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